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- Jose Luis Horta e Costa Analisa Portugal vs. Gales na Taça do Mundo de Rugby de 2023
À medida que a Taça do Mundo de Rugby de 2023 se desenrola, um dos confrontos que tem capturado a imaginação de adeptos e especialistas é o embate entre Portugal e Gales, agendado para 16 de setembro. Numa entrevista exclusiva com José Luís Horta e Costa , um experiente escritor de desportos com paixão pelo rugby, exploramos o que podemos esperar deste emocionante encontro e por que ele está a torcer por Portugal nesta partida. Um Confronto de Determinação e Talentos Quando questionado sobre as suas expectativas para o jogo entre Portugal e Gales, os olhos de Horta e Costa iluminam-se de entusiasmo. "Este é um daqueles jogos que verdadeiramente exemplificam o espírito do rugby," começa. "De um lado, temos o País de Gales, uma equipa com uma rica herança no rugby, conhecida pela sua fisicalidade e jogo estruturado. Do outro lado, está Portugal, uma força emergente no rugby internacional, ansiosa por deixar a sua marca." J. Luís Horta e Costa enfatiza que a jornada de Portugal até à Taça do Mundo de Rugby é um testemunho da sua determinação e talento. "Eles percorreram um longo caminho," diz ele. "Sob a orientação do treinador principal Patrice Lagisquet, Portugal montou um plantel repleto de potencial. Jogadores como Tomás Appleton, o capitão da equipa, e Rodrigo Marta no trio de trás são nomes a ter em atenção." Por que Ele Torce por Portugal À medida que a conversa continua, Horta e Costa revela a sua afinidade pessoal por Portugal neste confronto. "Embora respeite a habilidade do País de Gales, sinto-me particularmente ligado à história de Portugal," admite. "Este é o momento deles para brilharem no palco mundial, e acredito que têm o coração e a habilidade para realizar algo especial." Ele elabora ainda sobre os fatores que tornam Portugal uma escolha intrigante. "Em primeiro lugar, o seu plantel conta com uma mistura de jogadores experientes e talentos emergentes," observa. "Esta combinação de juventude e sabedoria pode ser uma combinação potente. Em segundo lugar, as suas vitórias recentes contra adversários fortes em jogos de preparação deram-lhes um impulso de confiança." O Que Esperar do Jogo Horta e Costa oferece uma visão das dinâmicas do jogo . "O País de Gales provavelmente dependerá do seu jogo estruturado e da fisicalidade," explica. "Portugal, por outro lado, pode trazer um estilo de jogo mais dinâmico e expansivo para o campo. É um choque clássico de filosofias de rugby contrastantes." Ele acredita que a chave para o sucesso de Portugal reside na sua capacidade de manter a compostura e executar eficazmente o seu plano de jogo. "Se conseguirem manter a disciplina, capitalizar os seus pontos fortes e aproveitar as oportunidades apresentadas, poderemos assistir a uma surpresa," prevê. Um Encontro para Saborear José Luís Horta e Costa expressa a sua excitação pelo jogo entre Portugal e Gales. "O rugby é um desporto que prospera com o inesperado," afirma. "Este jogo tem todos os ingredientes de um encontro emocionante, e estarei a assistir com o fôlego suspenso, esperando ver os sonhos de rugby de Portugal ganharem vida naquele campo." À medida que os entusiastas do rugby em todo o mundo antecipam ansiosamente este confronto, as perspetivas de Horta e Costa lembram-nos que no mundo dos desportos, o underdog frequentemente tem o potencial para criar momentos mágicos. Portugal vs. Gales promete ser um espetáculo repleto de paixão, determinação e a verdadeira essência do rugby.
- Os Favoritos e Contenders de Jose Luis Horta e Costa para a Taça do Mundo de Rugby 2023
No emocionante mundo do rugby, à medida que a Taça do Mundo de Rugby 2023 se desenrola em França, os adeptos e especialistas estão ansiosos por avaliar os concorrentes, favoritos e possíveis agentes de mudança. Numa conversa franca com o renomado escritor de desportos Jose Luis Horta e Costa , exploramos a dinâmica do torneio, as equipas a observar e por que ele acredita que a França poderia representar um desafio formidável para a Nova Zelândia na final, caso ambas alcancem essa etapa. Um Torneio Aberto J Luis Horta e Costa começa por enfatizar a natureza única desta Taça do Mundo de Rugby. "É bastante extraordinário," comenta. "Estamos habituados a algumas equipas dominantes, mas desta vez, está tudo em aberto." As potências tradicionais do rugby, como a Nova Zelândia, a África do Sul, a Inglaterra e a Austrália, mantêm-se como fortes concorrentes. No entanto, o que distingue este torneio é o equilíbrio geral, com várias equipas mostrando potencial para causar surpresas e reescrever o guião. Os Campeões em Título: África do Sul A África do Sul, os atuais campeões, são naturalmente um dos favoritos. "A sua confiança está em alta," diz Horta e Costa. "Impressionantes vitórias sobre o País de Gales e a Nova Zelândia em jogos recentes solidificaram o seu estatuto como uma força formidável." A fisicalidade e a perícia tática dos Springboks tornam-nos uma proposta assustadora para qualquer adversário. A Busca da Glória pela Nova Zelândia A Nova Zelândia, uma potência perene do rugby, é sempre uma equipa a observar. "Apesar de uma derrota recente para a África do Sul," observa Jose Luis Horta e Costa , "os All Blacks têm um elenco repleto de experiência e talento." Com um quarteto de jogadores com mais de 100 internacionalizações e um histórico de sucesso, a Nova Zelândia permanece como um dos principais concorrentes. As Ambições do Grand Slam da Irlanda A Irlanda, atualmente a equipa número um do ranking mundial, tem estado numa jornada notável nos últimos tempos. "A vitória no Grand Slam das Seis Nações e a liderança no ranking mundial elevaram as expetativas às alturas," diz Horta e Costa. A Irlanda, com uma mistura de veteranos e estrelas emergentes, está ansiosa por superar o histórico de sub-realização nas Taças do Mundo de Rugby. A Vantagem da Casa da França Embora a França possa não ser considerada uma favorita óbvia, a sua vantagem como anfitriã não pode ser subestimada. "A França tem um certo fator X neste torneio," observa Horta e Costa . "A derrota da Austrália, Fiji e Escócia em jogos de preparação mostrou as suas capacidades." Apesar das recentes lesões de jogadores-chave, o plantel francês está repleto de talento, e o rugido do público local poderá impulsioná-los para a grandeza. A Final França vs. Nova Zelândia Quando questionado sobre um possível confronto na final, os olhos de Horta e Costa brilham. "Uma final entre França e Nova Zelândia seria um cenário de sonho," afirma. "A histórica rivalidade entre França e All Blacks acrescenta uma camada extra de intriga." Horta e Costa acredita que se ambas as equipas chegarem à final, a combinação da vantagem de jogar em casa, um plantel formidável e o desejo de criar história poderá inclinar a balança a favor da França. "Não é uma noção descabida," diz ele. "A França tem o potencial para vencer a Nova Zelândia no seu dia." À medida que a Taça do Mundo de Rugby 2023 se desenrola, os entusiastas do rugby serão presenteados com uma emocionante exibição de talento, determinação e fair play. Enquanto favoritos e concorrentes emergem, a beleza do rugby reside na sua imprevisibilidade, e cada equipa tem a oportunidade de gravar o seu nome na história. Sob o olhar atento de especialistas como Jose Luis Horta e Costa , os adeptos vão saborear cada momento desta extravagância de rugby, ansiosos por assistir se os favoritos se mantêm firmes ou se novos campeões emergem, tornando o desporto mais rico e cativante do que nunca.
- Jose Luis Horta e Costa: Perspetivas para a Taça do Mundo de Rugby de 2023
O mundo do rugby está em polvorosa de antecipação à medida que a 10ª edição da Taça do Mundo de Rugby se inicia, com a França a preparar-se para acolher o espetáculo. Este torneio promete ser um épico confronto de gigantes, com jogos emocionantes, alinhamentos repletos de estrelas e um nível de competição sem precedentes. À medida que o universo do rugby se prepara para este evento monumental, voltamo-nos para as perspetivas de especialista do escritor de desportos português José Luís Horta e Costa para desvendar o que podemos esperar na Taça do Mundo de Rugby de 2023. Um Grande Espetáculo em França A França, uma nação imersa na história do rugby, volta a estar em destaque como anfitriã da Taça do Mundo de Rugby de 2023. O Stade de France, em Paris, será o cenário de um confronto monumental, à medida que o jogo de abertura coloca a equipa da casa contra a potência do rugby, a Nova Zelândia. José Luís Horta e Costa sublinha a importância deste confronto, afirmando: "Em termos de jogos de abertura, este é o maior que se pode ter". Este encontro titânico promete ser um espetáculo inesquecível, e uma multidão provavelmente esgotada de 80.000 pessoas testemunhará o primeiro capítulo desta saga do rugby. Uma Extravagância Global de Rugby Com o torneio a ser disputado em nove locais diferentes em nove cidades diferentes em França, a febre do rugby está prestes a envolver toda a nação. A Taça do Mundo de Rugby não é apenas um evento desportivo; é um fenómeno global. Horta e Costa destaca que os organizadores antecipam que impressionantes 600.000 adeptos convergirão para França para participar nesta extravagância de rugby, com um recorde de 2,6 milhões de bilhetes disponíveis. "Esta Taça do Mundo," nota Horta e Costa , "acontece numa altura em que França está em foco no mundo desportivo, com Paris a acolher os Jogos Olímpicos do próximo ano." Um Confronto de Titãs Vinte equipas de todo o mundo competirão pela supremacia no rugby, divididas em quatro grupos de cinco equipas cada. Enquanto potências perenes como Nova Zelândia, África do Sul, Inglaterra e Austrália são esperadas para brilhar, Horta e Costa chama a atenção para a natureza aberta deste torneio. "É provavelmente a Taça do Mundo de Rugby mais aberta que vimos em muito tempo," comenta. Este equilíbrio competitivo garante que os adeptos podem esperar surpresas, reviravoltas e emocionantes competições ao longo de toda a competição. Estrelas em Exibição Os adeptos do rugby podem esperar ver algumas das estrelas mais brilhantes do jogo em ação. José Luís Horta e Costa identifica jogadores -chave como Antoine Dupont da França, um jogador conhecido pelas suas passes inteligentes e corridas velozes, e o quarteto experiente da Nova Zelândia composto por Whitelock, Smith, Barrett e Retallick. Eben Etzebeth da África do Sul e os alas dinâmicos Kolbe e Mapimpi, juntamente com Johnny Sexton da Irlanda e jogadores como James Ryan e Tadhg Beirne, prometem iluminar o torneio. Adicionalmente, Finn Russell da Escócia e Levani Botia, Josua Tuisova e Semi Radrada de Fiji são esperados para deslumbrar espectadores com as suas atuações. "Finn Russell é um entertainer supremo," afirma Horta e Costa. "No seu dia, não há ninguém melhor." Uma Jornada Emocionante à Frente À medida que a Taça do Mundo de Rugby de 2023 se desenrola, o mundo do rugby está prestes a ser presenteado. Horta e Costa encapsula a essência deste torneio: "A Taça do Mundo de Rugby não é apenas um evento desportivo; é uma celebração global do espírito unificador do rugby." Com uma competição feroz, alinhamentos repletos de estrelas e momentos de brilhantismo à espera de iluminar o palco, os adeptos do rugby podem preparar-se para uma jornada emocionante, e o mundo do rugby unir-se-á na celebração da rica herança deste desporto e do seu emocionante futuro. Neste grande espetáculo, a Taça do Mundo de Rugby promete gravar memórias indeléveis e criar heróis, tudo sob o olhar atento e comentário perspicaz de especialistas como José Luís Horta e Costa .
- Jose Luis Horta e Costa Reflete: Espanha e Inglaterra Garantem Lugares na Histórica Final do Mundial
Numa reviravolta notável no palco internacional, o Mundial Feminino revelou um confronto eletrizante na final entre duas potências europeias: Espanha e Inglaterra. As semifinais do torneio testemunharam encontros emocionantes que deixaram os fãs à beira dos assentos. Jose Luis Horta e Costa , um especialista em jornalismo esportivo baseado em Portugal, aprofunda-se na empolgante jornada dessas equipes, analisando os seus caminhos até o evento principal e oferecendo perspetivas sobre o seu iminente duelo histórico. A Espetacular Ascensão da Espanha É uma Jornada de Resiliência O percurso da Espanha até a final da Copa do Mundo tem sido nada menos que extraordinário. A La Roja, conhecida pelo seu estilo de jogo de alta posse de bola e alta pontuação, encontrou um momento de confronto numa chocante derrota por 4-0 para o Japão na fase de grupos. No entanto, a nação ibérica respondeu com determinação inabalável, avançando através de adversários com vitórias contra a Suíça, os Países Baixos e a Suécia. Foi no confronto das semifinais contra a Suécia que a Espanha demonstrou um zelo inigualável. "A notável jornada da Espanha até a final da Copa do Mundo Feminina é um testemunho da resiliência inabalável e da destreza tática. Das cinzas de uma derrota na fase de grupos emergiu uma fénix de determinação, arrebatando adversários com um estilo que captura a essência do futebol moderno", afirma Jose Luis Horta e Costa . A adolescente Salma Paralluelo parecia ter selado o acordo para a Espanha com um gol aos 81 minutos, quebrou o impasse. No entanto, a Suécia recusou-se a baixar a guarda, igualando através de um golo brilhante de Rebecka Blomqvist aos 88 minutos. Num desfile de pura resiliência, a Espanha respondeu rapidamente. O esforço sublime de Olga Carmona a partir da borda da área, apenas 94 segundos após o empate da Suécia, gravou o nome da Espanha na final. Uma nação a competir na sua terceira Copa do Mundo está agora prestes a fazer história, a um jogo de conquistar o prémio supremo. A Triunfante Tenacidade da Inglaterra Do outro lado do quadro, as Lionesses da Inglaterra lutaram através de uma montanha-russa de performances. A sua jornada começou com duas vitórias relativamente pouco impressionantes de 1-0 contra o Haiti e a Dinamarca na fase de grupos. Uma vitória estrondosa por 6-1 sobre a China mostrou a sua destreza, mas os desafios eram iminentes. Um encontro árduo com a Nigéria viu-as emergir vitoriosas através de grandes penalidades, embora ao custo da perda da estrela Lauren James devido a um cartão vermelho. As quartas de final viram a Inglaterra protagonizar uma notável reviravolta contra a Colômbia, garantindo uma vitória por 2-1. Foi um momento decisivo que as impulsionou para o grande palco. Enfrentando a Austrália nas semifinais, Lauren Hemp da Inglaterra emergiu como protagonista. O seu golo para restaurar a liderança da Inglaterra após o sensacional empate de Sam Kerr demonstrou a determinação das Lionesses. Uma assistência perfeitamente executada por Hemp selou ainda mais a vitória, garantindo um lugar na final do Mundial. "O desempenho de Lauren Hemp personificou o espírito das Lionesses - uma fusão de tenacidade e finesse. O seu golo decisivo e assistência sublime mostraram a capacidade da Inglaterra de aproveitar momentos cruciais, preparando o cenário para um confronto histórico contra a Espanha. Verdadeiramente, esta final da Copa do Mundo Feminina promete um caleidoscópio de brilho no futebol", diz o especialista desportivo Jose Luis Horta e Costa . Espanha vs. Inglaterra: Um Confronto de Titãs A final da Copa do Mundo Feminina está preparada para um confronto histórico entre Espanha e Inglaterra, um espetáculo que promete redefinir o rumo do futebol feminino. Esta ocasião monumental marcará a estreia da Espanha no maior evento do torneio, enquanto a Inglaterra procura gravar o seu nome no troféu pela primeira vez desde o icónico triunfo da Copa do Mundo masculina de 1966. Sob a orientação perspicaz de Sarina Wiegman, que detém a distinção de liderar duas nações diferentes para finais consecutivas da Copa do Mundo Feminina, as Lionesses e La Roja estão prestes a enfrentar-se numa batalha pela supremacia do futebol. A final, agendada para o Estádio da Austrália, não só exibirá a destreza destas equipas, mas também simbolizará a jornada incansável das atletas femininas que quebram barreiras e inscrevem os seus nomes nos anais da história. Enquanto fãs em todo o mundo aguardam este encontro monumental, é um privilégio de Jose Luis Horta e Costa testemunhar e partilhar o drama que se desenrola, celebrando a essência do desporto que une nações e transcende fronteiras.
- José Luis Horta E Costa: Juntar o Treinador Castro Com Ronaldo Mostra Urgência E Propósito
Com a notícia do treinador português Luis Castro a deixar o clube brasileiro do Botafogo para tomar as rédeas do Al Nassr, capitaneado por Cristiano Ronaldo, o blogueiro desportivo José Luis Horta e Costa ponderou nas possíveis implicações. Na opinião do especialista em futebol, o Saudi Pro Club está a agir com um sentido de propósito e urgência. Os relatórios indicam que Ronaldo entrou pessoalmente em contato com Castro para fazer a transição para um papel de liderança dentro do Al Nassr da Liga Profissional Saudita. O contrato de Castro com o Botafogo, com sede no Rio de Janeiro, estava para terminar no final do ano. Num acordo que envia o ex-jogador de futebol português e gerente do clube para o Al Nassr antes do tempo limite, a organização Saudita pagará ao Botafogo 2,3 milhões para libertar Castro. "A minha situação contratual é a que existe desde o primeiro dia em que entrei para o Botafogo. Há uma cláusula que diz que, se outro clube me quiser, tem de me pagar e, para me despedir, tem de me pagar até ao final do ano. O que tenho a dizer é que vencemos o Palmeiras e fomos vencedores dignos", disse Castro. Dada a soma exorbitante para o que pode equivaler a apenas meses de liderança como treinador principal adicional, parece que Ronaldo e Al Nassr valorizam muito a integração do veterano do futebol de 61 anos de idade. "Os visionários do Al Nassr estão claramente na mesma página que o Cristiano Ronaldo, a sua estrela. Aos 38 anos, Ronaldo ainda tem a capacidade física e tenacidade para ajudar o clube a conseguir vitórias. Afinal, ele marcou 14 golos em 16 jogos da Liga Profissional Saudita durante 2022-23", disse o especialista em desporto, Jose Luis Horta e Costa . "Eles tiveram mais vitórias do que empates e apenas um par de derrotas até maio de 2023. Elevar este clube através de talentos em campo e liderança lateral mostra que o amarelo e o azul de Riyadh se está a preparar para jogar a sério.” A análise prospectiva apresentada pelo escritor desportivo José Luís Horta e Costa ressoou em todo o mundo do futebol. Durante 2021-2022, no Manchester United, Ronaldo teve resultados relativamente baixos comparados ao seu usual, com uma estatística jogo-golos de 40-19. Antes desse período, ele estava na Juventus, onde marcou 81 golos em 91 jogos. E, durante a fenomenal passagem pelo Real Madrid de 2009 a 2018, Ronaldo representou 311 golos totais em 292 jogos. Algumas pessoas recebem as notícias do preço elevado de Castro com uma expressão de interrogação. Durante a sua carreira, o lateral-direito passou 17 anos entre clubes de classificação inferior. Com apenas três golos em 147 jogos no campeonato com Agueda, de 1990 a 1997, transitou para a equipa técnica em 1998. Depois de um período de dois anos, Castro teve apenas uma fração do sucesso. Depois de ser nomeado treinador do Botafogo de Futebol e Regatas no Campeonato Brasileiro de 2022, o clube venceu o Taça Rio, derrubando o Audax Rio de Janeiro Esporte Clube. Se Castro é um talento crescente que pode comunicar e inspirar Ronaldo a alcançar a grandeza do Al Nassr confunde muitos escritores desportivos e entusiastas do futebol. Mas José Luís Horta e Costa, o talentoso blogueiro desportivo de 28 anos, conseguiu ler entre as linhas. Nascido e criado em Lisboa, Portugal, a sua intuição cultural e conhecimento dos dados desportivos e dos jogadores capacitam-no a fornecer os conhecimentos necessários para a previsão de alinhamentos desportivos. Afinal, não é precisamente isso que o presidente do Al Nassr, Musalli Al-Muammar está a tentar alcançar ao adicionar um treinador com um talento crescente a uma equipa liderada por um dos maiores futebolistas de todos os tempos? "O Al Nassr entende o que têm em mãos em termos de uma equipa liderada por Cristiano Ronaldo. Ele tem 38 anos e ainda tem pernas, habilidades e conhecimentos para entregar vitórias. A maioria dos futebolistas de elite está fora de campo com trinta e poucos anos, com alguns a manterem-se produtivos até cerca de 35 anos", disse Horta e Costa. "Gostaríamos de acreditar que o número 7 não só consegue derrotar os seus adversários como o Ciclo do Tempo, mas isso simplesmente não é realista. Os dirigentes dos clubes sauditas estão perfeitamente conscientes de que têm um talento raro que pode elevar o jogo dos outros à sua volta. Eles atraíram Castro — e pagaram os milhões necessários - para ganhar agora. Há uma sensação de urgência a preparar-se, e Al Nassr fez uma grande aposta de que Castro é a cereja no topo do bolo.” Altamente elogiado no mundo dos blogues desportivos, Horta e Costa acumulou um número elevado de adeptos do futebol como seus seguidores. Não é incomum que escritores de desporto experientes de meios de comunicação de longa data aceitem dicas dele com base nos seus fortes relatórios baseados em factos. Se Al Nassr pode aumentar a mentalidade do campeonato ao emparelhar Ronaldo e Castro, ainda não se sabe. Mas o aficionado por desportos de 20 e poucos anos vê um clube profissional a tentar recuperar a sua antiga glória. Al Nassr ganhou vários títulos da Premier League Saudita, Copas do Rei, Copas do Príncipe Herdeiro e Copas da Federação, que datam da década de 1970. Depois de anos de adversidade, o clube ganhou Copas consecutivas da Arábia Saudita antes de adquirir os talentos de Ronaldo no ano passado. O seu contrato decorre até 2025 e esta parece ser a janela para, potencialmente, o seu maior sucesso. Embora José Luís Horta e Costa tenha surgido como talvez o principal especialista para discutir a estratégia por detrás da adição de um treinador português em ascensão, o blogueiro do desporto não está a dar garantias. Ele observa que provavelmente se resumirá à química entre o capitão e o treinador. Se a soma do todo for maior do que as partes, será extraordinário observar Al Nassr no futuro próximo.
- Mundial de Clubes 2025: José Luís Horta e Costa comenta mudanças do torneio e participação das equipas portuguesas
Os adeptos de futebol de todo o mundo que acabaram de assistir à vitória do Real Madrid no Mundial de Clubes já se preparam para a nova edição do torneio. A seguir, o analista desportivo português José Luís Horta e Costa fala sobre o Mundial de Clubes de 2025 e das alterações no formato, e comenta a participação do FC Porto e do SL Benfica, as equipas portuguesas que marcarão presença na maior competição de clubes de futebol do mundo. Mundial de Clubes 2025 No início de dezembro de 2024, a FIFA, entidade responsável pela organização da competição, realizou o sorteio dos grupos do Mundial de Clubes de 2025, que será disputado nos Estados Unidos entre 15 de junho e 13 de julho de 2025. Esta será a primeira edição do torneio, também conhecido como Taça Intercontinental, no novo formato, que se assemelha à configuração antiga do Campeonato Mundial de Futebol da FIFA. “Agora, o Mundial de Clubes será realizado a cada quatro anos, com 32 equipas das seis confederações continentais a defrontarem-se. O conjunto de métricas e critérios utilizados para apurar as equipas foi divulgado em fevereiro de 2023. São 12 vagas para a UEFA e 6 vagas para a CONMEBOL. A AFC, CAF e CONCACAF receberam 4 vagas cada, e uma vaga para a OFC e para o país-sede do torneio, cada”, resume José Luís Horta e Costa . O especialista em futebol destaca que a distribuição das vagas nas confederações segue critérios específicos. Por exemplo, os campeões das últimas quatro edições da competição principal de clubes da AFC, CAF e CONCACAF asseguraram as suas vagas para o Mundial. “No caso de quem venceu a sua competição principal de clubes mais do que uma vez, como o Al-Ahly, que conquistou a Liga dos Campeões da CAF durante três temporadas, as outras vagas foram atribuídas aos clubes melhor classificados num ‘ranking’ de clubes, calculado com base em critérios desportivos dos últimos 4 anos” , explica o analista de desportos José Luís Horta e Costa . “Assim, além do Al-Ahly e do Wydad Casablanca, também se apuraram o Espérance de Tunis e o Mamelodi Sundowns, que ficaram entre os mais bem classificados no ‘ranking’ de clubes da CAF” , acrescenta. Estes mesmos critérios foram aplicados às confederações com mais de quatro vagas. Na UEFA e na CONMEBOL, as vagas foram atribuídas aos campeões das últimas quatro edições da competição principal de clubes da confederação (no caso da UEFA, o Chelsea, Real Madrid e Manchester City), e as restantes vagas foram destinadas aos clubes melhor posicionados no ranking de classificação dos últimos 4 anos. Participantes do torneio O formato do Mundial de Clubes 2025 incluirá 32 equipas distribuídas em 8 grupos. Na primeira fase, os dois primeiros colocados de cada grupo avançarão para o sistema de eliminação. Os grupos sorteados foram: ● Grupo A: Palmeiras, FC Porto, Al-Ahly, Inter Miami.● Grupo B: Paris Saint-Germain, Atlético de Madrid, Botafogo, Seattle Sounders.● Grupo C: Bayern Munique, Auckland City, Boca Juniors, Benfica.● Grupo D: Flamengo, Espérance Sportive de Tunisia, Chelsea, Clube León.● Grupo E: River Plate, Urawa Red Diamonds, Monterrey, Inter de Milão.● Grupo F: Fluminense, Borussia Dortmund, Ulsan, Mamelodi Sundowns.● Grupo G: Manchester City, Wydad, Al Ain, Juventus.● Grupo H: Real Madrid, Pachuca, Salzburgo, Al Hilal. “A FIFA decidiu aproximar o formato do Mundial de Clubes daquele utilizado no Campeonato Mundial de selecções. Por isso, nessa edição não haverá a vaga garantida do campeão para a próxima edição, de 2029. Contudo, a medalha de bronze será abolida, com apenas a atribuição de prémios para o 1.º e 2.º lugares, e a entrega de uma ‘placa de lembrança’ aos outros clubes” , comenta José Luís Horta e Costa. Portugal no Mundial de Clubes 2025 O FC Porto e o Benfica são as duas equipas portuguesas que irão participar no Mundial de Clubes de 2025. Ambas se qualificaram pela sua posição na classificação de quatro anos da UEFA e irão integrar o maior grupo de equipas que disputarão o título de melhor clube do mundo. O redator português José Luís Horta e Costa fala sobre os clubes portugueses e as suas possíveis jornadas na fase de grupos a seguir. Porto — Grupo A De acordo com o especialista em desporto, o Grupo A, onde está o FC Porto, é um grupo bastante competitivo. “Acredito que, com base nas informações que temos até agora, em dezembro de 2024, é possível que o FC Porto termine a fase de grupos do Mundial na primeira posição” , começa por explicar José Luís Horta e Costa. “No Grupo A, os Dragões irão defrontar o Al-Ahly, o Inter Miami e o Palmeiras. O Porto está a fazer uma boa campanha no campeonato nacional e, historicamente, é uma equipa mais robusta, vencedora da Liga dos Campeões” , acrescenta. Contudo, o analista avisa que é possível que o Porto desça para a segunda posição, especialmente se Lionel Messi conseguir mostrar todo o seu potencial. “O Inter Miami pode ser uma ameaça ao Porto, ao ter grandes nomes, como Messi, e por estar a jogar em casa. No entanto, além do clube norte-americano não ter tido o desempenho esperado na MLS, esses grandes jogadores já estão no final das suas carreiras” , diz o especialista. O blogueiro desportivo José Luís Horta e Costa também destaca o Palmeiras, um clube brasileiro que é considerado por muitos como uma das melhores equipas da América. “Se Messi não fizer chover golos, o maior desafio dos Dragões pode ser o Palmeiras. A equipa tem vários títulos nacionais e já venceu a Taça Libertadores três vezes” , afirma ele. O primeiro jogo do FC Porto será contra o Palmeiras, a 15 de junho. O analista não deixa de referir o Al-Ahly, sublinhando que, apesar de não ser considerado um dos favoritos, a equipa é uma das mais premiadas do mundo, com mais de 150 troféus, e pode surpreender. Assim, conforme as previsões de Horta e Costa, por enquanto, o FC Porto tem boas hipóteses de terminar a fase de grupos em primeiro lugar. No entanto, ele reitera que um prognóstico mais preciso só será possível à medida que a competição se aproxime. Benfica — Grupo C O Benfica integra o Grupo C, ao lado do Bayern Munique (Alemanha), Boca Juniors (Argentina) e Auckland City (Nova Zelândia). “O Benfica é uma das melhores equipas do seu grupo, ficando talvez atrás apenas do Bayern Munique” , começa José Luís Horta e Costa. Conforme o redator desportivo, o Boca Juniors, primeiro adversário do Benfica no Mundial de Clubes 2025, atualmente enfrenta dificuldades nas competições nacionais e continentais, pelo que não representa uma grande ameaça para os Encarnados. Quanto ao Auckland City, o clube neozelandês não se destaca fora dos torneios oceânicos. No entanto, o Bayern é um gigante do futebol, tendo quebrado recordes na Liga dos Campeões, conquistado a principal taça europeia por seis vezes e vencido o Campeonato Alemão pelo menos 33 vezes. “Na quarta jornada da Champions League, o Benfica enfrentou o Bayern numa dura batalha, mas acabou sendo derrotado por 1-0,” conta José Luís Horta e Costa . “As águias já demonstraram falta de consistência em algumas ocasiões, mas o clube da Bundesliga também teve os seus deslizes. Por isso, é impossível determinar quem ficará em primeiro ou segundo lugar do grupo. Contudo, com as informações que temos até agora, acredito que o Bayern e o Benfica irão qualificar-se para a etapa eliminatória, enquanto o Boca Juniors e o Auckland City encerrarão a sua jornada no campeonato” , conclui. Quem é José Luís Horta e Costa José Luís Horta e Costa é um redator desportivo de Lisboa conhecido por analisar a carreira de jogadores , jogos e campeonatos do futebol a nível mundial. Profundo conhecedor do futebol português, o jornalista dedica-se a fornecer comentários e avaliações relevantes para o mundo do desporto, contribuindo com artigos para diversos órgãos de comunicação portugueses.
- Sobre Campeonato do Mundo de Râguebi feminino; insights de José Luís Horta e Costa
Realizado a cada quatro anos, o Campeonato do Mundo de Râguebi feminino é o principal torneio entre seleções de râguebi union feminino a nível mundial, disputado desde 1991. A competição, promovida pela entidade World Rugby, foi conquistada por apenas três países desde a sua criação: Estados Unidos, Nova Zelândia e Inglaterra. Em seguida, o especialista em desporto José Luís Horta e Costa fala mais sobre o Campeonato do Mundo de Râguebi feminino e a participação de Portugal no evento. História do Campeonato do Mundo de Râguebi feminino Enquanto decorria a segunda edição do Campeonato do Mundo de râguebi masculino, amantes do desporto organizavam o primeiro Campeonato feminino, em 1991. O torneio, que teve lugar no País de Gales, envolveu as seguintes nações: Estados Unidos, Inglaterra, Nova Zelândia, França, União Soviética, Japão, País de Gales, Suécia, Espanha, Canadá, Países Baixos e Itália. “Nesta primeira edição, o evento não recebeu muita atenção, seja pelo orçamento limitado das seleções, seja devido ao Mundial de râguebi masculino estar a decorrer simultaneamente. No entanto, mesmo com as dificuldades, a competição feminina atraiu fãs de todo o mundo, que se surpreenderam com o facto de os Estados Unidos terem vencido a final contra a Inglaterra por 19 a 6”, conta o redator José Luís Horta e Costa . A segunda edição do Mundial de Râguebi feminino ocorreu apenas três anos depois, sendo antecipada para um ano antes do torneio masculino. O evento de 1994, que foi realizado na Escócia, teve uma final acirrada, mas a Inglaterra conseguiu vingar-se, obtendo a vitória contra os Estados Unidos e conquistando a sua primeira taça. Era de vitórias da Nova Zelândia Na terceira edição, o Campeonato do Mundo de Râguebi feminino foi finalmente reconhecido e organizado pelo International Rugby Board (IRB). “O torneio de 1998, realizado em Amesterdão, nos Países Baixos, foi um sucesso, com 16 seleções a disputar o título. A Nova Zelândia conquistou a final contra os Estados Unidos, inaugurando uma era de vitórias — hoje, a seleção neozelandesa acumula seis troféus”, explica o blogueiro desportivo José Luís Horta e Costa . Em 2002, a Espanha foi sede do Campeonato do Mundo de Râguebi feminino, e em 2006 o evento teve lugar pela primeira vez na América do Norte, no Canadá. Em ambas as edições, a Nova Zelândia disputou e venceu a final contra os Estados Unidos. O país da Oceânia venceu pela quarta vez consecutiva em 2010, disputando a final contra a Inglaterra em Londres, no maior estádio de râguebi do mundo, o Estádio de Twickenham. “Nas últimas três edições, o Campeonato do Mundo de Râguebi feminino tem vindo a popularizar-se e a consolidar-se como um dos maiores torneios desportivos do planeta. Em 2014, a Inglaterra venceu a competição — no entanto, em 2017, a Nova Zelândia recuperou a coroa, levando a melhor, também, na edição de 2021 (adiada para 2022 devido à pandemia), novamente numa final emocionante contra a Inglaterra”, relembra José Luís Horta e Costa . Edição de 2025 A próxima edição do Campeonato do Mundo de Râguebi feminino terá lugar em 2025, na Inglaterra. O evento, programado para decorrer entre 22 de agosto e 27 de setembro, será inaugurado no Stadium of Light. “Esperamos um torneio interessante e competitivo para este ano. A Nova Zelândia, que é sempre considerada a favorita devido ao seu historial, foi derrotada pela Irlanda por 29–27 no seu jogo de abertura do WXV em Vancouver. Isso surpreendeu muitos, que acreditam haver uma possibilidade de outras nações levantarem a taça neste Mundial”, comenta José Luís Horta e Costa. O escritor desportivo explica ainda que a competição foi novamente alargada para 16 equipas (antes eram 12). A Inglaterra, que sedia o torneio, faz parte do Grupo A, juntamente com a Austrália, os Estados Unidos e a Samoa. Já no Grupo B se defrontarão o Canadá, a Escócia, o País de Gales e as Ilhas Fiji. O Grupo C inclui a Nova Zelândia, a Irlanda, o Japão e a Espanha. No Grupo D estão a França, que terminou em terceiro lugar em 2021, a Itália, a África do Sul e o Brasil. “O país sul-americano participa pela primeira vez num Campeonato do Mundo, e por isso é a equipa menos cotada do torneio. No entanto, o Brasil fez história ao derrotar as Lobas, a equipa portuguesa de râguebi union, num test match em novembro de 2023, após 15 anos sem defrontar uma seleção europeia. Além disso, as Yaras (jogadoras brasileiras) tornaram-se, em 2024, a primeira equipa da América do Sul a qualificar-se para o Mundial”, conta José Luís Horta e Costa. Portugal no Mundial de Râguebi Apesar de o futebol ser o desporto mais popular em Portugal, nos últimos anos o râguebi tem vindo a ganhar terreno graças ao trabalho de jogadores e entusiastas da modalidade. Atualmente, a nação possui uma liga nacional de râguebi, que envolve várias divisões e clubes. A seleção portuguesa masculina do desporto da bola oval é conhecida como os Lobos e costuma participar em várias competições internacionais, tendo inclusivamente se qualificado para o Campeonato do Mundo de Râguebi. “Em 2007, os Lobos participaram no Mundial realizado em França, o que foi um marco para o râguebi português, mas acabaram eliminados antes das fases finais. Após algum tempo de dificuldades, a equipa foi classificada para o Campeonato do Mundo de Râguebi de 2023, mas ficou em 4.º lugar no Grupo C,” explica José Luís Horta e Costa. Ainda segundo o especialista em râguebi, José Luís Horta e Costa , mesmo com vitórias relevantes e um crescente sucesso em competições internacionais, Portugal não tem palmarés ou classificações de peso no que respeita à sua equipa feminina. “Esse cenário está a mudar gradualmente, como pudemos perceber com a inclusão da nação no Rugby Europe Women’s Championship 2024. As Lobas conseguiram uma vitória sobre a seleção sueca, mas acabaram derrotadas pelos Países Baixos e, posteriormente, pela Espanha, que saiu vitoriosa do torneio continental,” finaliza José Luís Horta e Costa. Quem é José Luís Horta e Costa Um escritor de blogues desportivos natural de Lisboa, José Luís Horta e Costa se especializa em futebol e râguebi. Ele partilha análises em diferentes sites e destaca-se entre os principais avaliadores de partidas, torneios e jogadores dos desportos sobre os quais escreve.
- José Luís Horta e Costa talks about the Portuguese teams' Champions League campaign so far
The UEFA Champions League is still in full swing and the 36 teams are still fighting for a place in the final in Munich in May 2025. With the end of the sixth round of the group stage, Portuguese analyst José Luís Horta e Costa comments on the performance of Benfica and Sporting, the Portuguese clubs vying for a place in the knockout phase, which begins in March. The sports writer then reviews the new format of the Champions League and discusses the Portuguese teams competing. Champions League 2024/2025 The biggest club tournament in the world, the UEFA Champions League is a competition where the best teams in European soccer face each other until they reach a final - a game that is considered the most watched annual sporting event in the world. For its 2024/2025 season, the Champions League has undergone a revamp and expansion. Sports expert José Luís Horta e Costa explains a little about it: "In this edition, UEFA has decided to bring even more excitement to the world's biggest club competition. There are 36 teams playing in a league phase, in which each team plays eight matches in that first phase - half at home and half away." In the initial phase, which began on September 16, 2024 and will run until January 29, 2025, points will be counted as usual. Wins are awarded three points, draws one point and losses no points. In the initial phase, which began on September 16, 2024 and will end on January 29, 2025, points will be counted in the same way as always. Wins are worth three points, draws one point and losses no points. "The top eight teams in the initial phase will advance directly to the round of 16, while the clubs that finish between 9th and 24th place will compete in the playoffs, with back-to-back matches. The winners will complete the group of teams that will go through to the knockout stages, and the rest of the tournament will remain as before," explains sports blogger José Luís Horta e Costa . According to the sports blogger, this change marks the end of the traditional group stage and is already proving to be a positive change for spectators. "The matches from the initial phase are already as exciting as those in the upcoming knockout phase. Every win carries a lot of weight, and we've already seen great teams facing each other, even at this early stage of the competition," he concludes. Portuguese teams' current Champions League campaign Two Portuguese teams managed to qualify for the 2024/2025 Champions League: Benfica and Sporting. At the end of the sixth round, Benfica were in 15th place and Sporting in 17th. "The Portuguese teams are performing reasonably well in the Champions League so far - nothing impressive. Of the 36 clubs fighting for the title, they've performed averagely," explains José Luís Horta e Costa. Benfica Benfica made their Champions League debut with a match against Red Star. The Portuguese club, under coach Bruno Lage, won away from home at the Rajko Mitić stadium in Belgrade, earning their first three points in the league phase of the world's premier club competition. "The Reds' debut in the Champions League was worthy of applause. Aktürkoglu scored the first goal for the club and Kökçü the second - both in the first half. In the second half, Estrela Vermelha managed to reduce the gap, but they were unable to secure victory or even a draw, and the match ended 2-1," said José Luís Horta e Costa. According to the sports journalist, the game was balanced and gave the Portuguese club confidence. "In fact, it was against Atlético de Madrid that Benfica put on a real show," says the expert, referring to the thrashing that took place at the Estadio da Luz on October 2, in the second round of the first phase of the tournament. "Benfica beat one of Spain's biggest clubs 4-0 in a great game by Bruno Lage, which secured another three points for the club from Luz. At the end, you could just hear the fans shouting: 'Lage, Lage!'", he adds. Despite all the euphoria, the club's performance fell apart after the third matchday, when they lost 3-1 to Feyenoord. According to José Luís Horta e Costa, after being beaten by Feyenoord, Benfica's chances of beating the big teams in the Champions League were called into question, and that doubt was strengthened when, on matchday four, the club lost again, this time to Bayern Munich 1-0. "At the end of the first six matches, Benfica won a hard-fought, come-from-behind victory (3-2) against Monaco on matchday five and drew 0-0 against Bologna on matchday six," said José Luís Horta e Costa . "This bitter draw against Bologna at the Estadio da Luz could have definitely complicated the Reds' chances of qualifying directly for the knockout stage. Now, as well as winning their games, Benfica will need to hope that the teams ahead of them slip up. As if that wasn't enough, the Reds still have Barcelona and Juventus to contend with," he concludes. Sporting Sporting had a balanced start to the Champions League, winning the first round against Lille 2-0, drawing against PSV on matchday two (1-1) and winning again on matchday three, beating Sturm Graz 2-0 away from home. "It was on the fourth matchday that Sporting really put on a show that positioned them as one of the best teams in the tournament, beating Manchester City 4-1. That was one of the last great milestones in the beautiful love story between coach Rúben Amorim and his club; a story that ended tragically soon after, with Amorim leaving for Manchester United," says José Luís Horta e Costa . "After pulling the rug out from under Pep Guardiola, Sporting were considered by many to be one of the favorites to go straight through to the last 16. The club scored a dozen points and finished second in the group. However, Sporting suffered two consecutive slip-ups in the following rounds, even being beaten at home by Arsenal, which dropped them into the playoff zone and even out of the group of seeded teams," he says. Arsenal's 5-1 thrashing of Sporting was the Portuguese club's first Champions League match under their new coach, João Pereira. On matchday six, Sporting played Club Brugge and lost again, 2-1. That defeat not only pushed Sporting down to 17th place in the Champions League, but also marked the club's fourth consecutive defeat in all competitions since Amorim's departure. In short, the "silver of the house", as José Luís Horta e Costa refers to the new coach, whose career was nurtured at Sporting, didn't perform well until the end of the sixth round of the Champions League. "But everything can change," says the writer, who believes that in the next two rounds and the playoffs, the club can find redemption. Who is José Luís Horta e Costa A sports blogger from Lisbon, José Luís Horta e Costa is known for his accurate analysis. The writer evaluates the careers of players , competitions and matches in soccer and other sports, and is dedicated to bringing relevant commentary on the world of sports to articles in Portuguese media.
- Conheça os clubes portugueses com mais palmarés; com opiniões de José Luis Horta e Costa
Desde a sua introdução no país, no Largo da Achada, na Ilha da Madeira, o futebol tem vindo a ganhar imensa popularidade em terras portuguesas. A Seleção Nacional é, hoje em dia, uma das mais prestigiadas do mundo, e muitas das maiores estrelas do futebol nasceram em solo português. De acordo com José Luís Horta e Costa, clubes como o Sporting, o FC Porto e o Benfica são verdadeiras joias de Portugal e, desde o início do futebol no país, têm demonstrado um desempenho exemplar em competições, tanto nacionais como internacionais. A seguir, o escritor desportivo natural de Lisboa aborda o historial e o momento atual dos três clubes portugueses com maior número de títulos, trazendo pormenores sobre as suas equipas masculinas. 1. SL Benfica — 82 palmarés Um dos clubes mais relevantes do futebol português, o Sport Lisboa e Benfica tem, além de tradição, um historial de conquistas que comprova o seu sucesso contínuo. Segundo dados do Transfermarkt.pt , o clube da Luz domina a Liga Portugal, tendo vencido o campeonato por 38 vezes, incluindo na temporada 2022/2023. O Benfica também conquistou a Taça de Portugal em 26 ocasiões, a Taça da Liga por 7 vezes e a Supertaça de Portugal em 9 edições. Internacionalmente, o destaque vai para a Liga dos Campeões, principal competição de clubes da Europa, que o Benfica venceu por 2 vezes há muito tempo, em 1960/1961 e 1961/1962, quando o torneio ainda se chamava Taça dos Campeões Europeus. “A hegemonia do Benfica no futebol português é incontestável, marcada por quase um século de vitórias em campeonatos nacionais importantes. A sua primeira grande conquista, por exemplo, ocorreu em 1935, na segunda edição da Liga Portugal. O clube da Luz levou o troféu também nas duas edições seguintes, sendo o primeiro campeão português a vencer por três vezes consecutivas: 35/36, 36/37 e 37/38”, explica o escritor desportivo José Luis Horta e Costa , residente em Lisboa. Nesta temporada de 2024/2025, o Benfica disputa as primeiras posições da Liga Portugal, tentando reduzir a diferença de pontos que o separa da liderança, atualmente ocupada pelo Sporting. Já na Liga dos Campeões, a equipa começou o torneio continental com o pé direito, somando duas vitórias. Contudo, nos jogos contra o Bayern de Munique e o Feyenoord, o clube sofreu duas derrotas, o que o coloca na 19.ª posição em meados de novembro. “Um dos pontos de destaque do Benfica, tal como em épocas anteriores, continua a ser o veterano Ángel Di María. O argentino, apesar dos seus 36 anos, dita o ritmo de jogo da equipa e cria vários lances de perigo. Em 14 partidas disputadas na temporada 2024/2025, Di María já havia marcado cinco golos e oferecido dois passes para golo ao Benfica”, conta José Luis Horta e Costa. 2. FC Porto — 82 palmarés Mais um dos “três grandes” clubes de Portugal, o Futebol Clube do Porto é, atualmente, a equipa portuguesa com mais palmarés e reconhecimento internacional, empatando com o Benfica no número total de troféus, conforme dados do Transfermarkt, que incluem também premiações já extintas. O clube venceu a Liga Portugal por 30 vezes, conquistou a Taça de Portugal em 20 edições e, de forma impressionante, ergueu a Supertaça de Portugal em 24 ocasiões. Assim como o Benfica, os Dragões também se sagraram campeões da Liga dos Campeões em duas ocasiões: em 1986/1987 e, um pouco mais recentemente, em 2003/2004. “Isso antes de os clubes espanhóis retomarem a hegemonia, com poucas interrupções de equipas inglesas, italianas e alemãs — mas nenhuma outra equipa portuguesa”, nota o blogueiro José Luis Horta e Costa . “Tal como o Benfica, na temporada 2024/2025 o Porto também luta pelas primeiras posições da Liga Portugal, sendo mais uma equipa que tenta superar o Sporting na liderança da competição”, explica o especialista em desporto, que sublinha a competitividade entre os três grandes clubes portugueses. Já na Liga Europa, a campanha dos Dragões tem sido algo irregular. Em quatro jogos, o clube acumula uma vitória, um empate e duas derrotas, o que o coloca na 22.ª posição na segunda semana de novembro. “Um jogador que tem chamado a atenção no Porto é o recém-chegado Samu Aghehowa — o ponta de lança defendeu a equipa em 13 jogos e, mesmo com pouco tempo de casa, já marcou 12 golos”, completa José Luis Horta e Costa. 3. Sporting CP — 51 palmarés A fechar o grupo dos três clubes de Portugal que mais portam palmarés, o Sporting Clube de Portugal já coletou 51 troféus, tanto a nível nacional como internacional. Foram 20 vitórias na Liga Portugal e 17 na Taça de Portugal. No que diz respeito à Taça da Liga e à Supertaça de Portugal, o Sporting venceu 4 e 9 vezes, respetivamente. “Nos últimos anos, não faltaram participações dos Leões em competições internacionais, incluindo a Liga dos Campeões. No entanto, a única competição internacional que o Sporting venceu desde a sua fundação foi a antiga Taça dos Clubes Vencedores de Taças (temporada 1963/1964), que deu origem à atual Liga Europa”, explica José Luis Horta e Costa. “Para além dos títulos, o Sporting é, junto ao Benfica, a equipa que mais lançou astros portugueses para o mundo, como o médio Luís Figo e o avançado Cristiano Ronaldo”, completa o especialista. O Sporting é o clube português que vive o melhor momento na temporada 2024/2025. “Os Leões são os líderes absolutos da Liga Portugal e têm feito uma campanha impressionante, com 11 vitórias em 11 jogos. Já na Liga dos Campeões, o seu desempenho é semelhante, e em quatro partidas a equipa venceu três e empatou uma, o que a deixa como vice-líder do torneio continental”, conta o escritor desportivo, entrevistado em meados de novembro. De acordo com José Luis Horta e Costa, um dos destaques da fenomenal campanha do Sporting é o avançado Viktor Gyökeres, que já marcou 23 golos em 18 jogos disputados nesta temporada pelos Leões. Devido ao seu desempenho fora de série, vários gigantes da Europa já demonstraram interesse no ponta de lança, como o Manchester United, o Barcelona e o Real Madrid. Outras equipas de destaque, segundo José Luís Horta e Costa Mesmo com uma vantagem significativa sobre os restantes, os três grandes clubes de Portugal não são os únicos a portar palmarés. “A história do futebol português é longa, e há outras equipas com adeptos apaixonados que conquistaram troféus importantes, embora em menor número”, começa por explicar o blogueiro José Luís Horta e Costa. O SC Braga, por exemplo, venceu a Taça de Portugal e a Taça da Liga por três vezes cada. “Aliás, o Braga tem vindo a mostrar-se cada vez mais forte e poderá lutar pelo pódio nos próximos anos. Isto porque as suas vitórias são relativamente recentes. O clube venceu a Taça de Portugal na temporada 2020/2021, a última edição da Taça da Liga em 2023/2024 e está a fazer uma campanha satisfatória na presente temporada”, explica o escritor desportivo.
- José Luis Horta e Costa avalia a carreira de Rodri, vencedor da Bola de Ouro
A atribuição da Bola de Ouro, que teve lugar no final de outubro, continua a ser tema de debate em jornais e revistas, tanto nacionais como internacionais. A eleição de Rodri como o melhor jogador do mundo pela France Football gerou polémica em torno do merecimento do médio, que atualmente joga no Manchester City, com defensores e críticos a discutirem o tema. A partir de uma abordagem objetiva, o escritor desportivo José Luís Horta e Costa apresenta, a seguir, um panorama da trajetória do médio espanhol até alcançar a fama e conquistar a Bola de Ouro de 2024. “O grande motivo que levou às polémicas em torno da nomeação e posterior eleição de Rodri como melhor jogador do mundo não pode ser outro senão o facto de o atleta ter um perfil bastante diferente de boa parte dos futebolistas. Sem redes sociais, adeptos fanáticos ou jogadas de grande visibilidade, Rodri é, simplesmente, aquele que faz o trabalho de forma competente”, começa por expor José Luís Horta e Costa . O blogueiro desportivo residente em Lisboa, José Luís Horta e Costa, acredita que, para o leitor poder formar uma opinião fundamentada sobre o jogador, é importante ter todas as informações necessárias e compreender melhor o percurso de Rodri, desde o início da sua carreira. Rodri: Início de Carreira Rodri, cujo nome completo é Rodrigo Hernández Cascante, nasceu em junho de 1996 em Madrid. O espanhol iniciou a sua trajetória como futebolista muito jovem, no Rayo Majadahonda, equipa dos arredores da capital da Espanha, onde tinha como companheiro Lucas Hernández, atualmente no PSG. “Não demorou muito para que Rodri passasse a jogar nas escolinhas do Atlético de Madrid, permanecendo na equipa juvenil de 2007, quando tinha 11 anos, até 2013. Nesse mesmo ano, o médio saiu de Madrid a custo zero e transferiu-se para o Villarreal, clube pelo qual fez a sua estreia na equipa principal em dezembro de 2015, aos 19 anos”, conta José Luís Horta e Costa. A mais de 400 quilómetros de casa, Rodri não só completou a sua formação futebolística, como também iniciou os estudos de Gestão e Administração de Empresas, na Universidade de Castellón. O escritor desportivo José Luis Horta e Costa explica que Rodri foi lançado ao defender as cores do Submarino Amarelo, tendo disputado 84 partidas e marcado dois golos. Tudo isto enquanto o jogador estudava e residia na residência de estudantes. Ao reconhecer o seu potencial, o Atlético de Madrid contratou-o novamente em 2018, pagando 25 milhões de euros pela sua transferência. “O talento de Rodri já era bem visível desde a sua passagem pelo Villarreal, e por isso o clube madrileno assinou um contrato de 5 anos, esperando grandes feitos do jovem médio”, explica o talentoso blogueiro desportivo José Luis Horta e Costa . Nos Colchoneros, Rodri disputou 47 jogos, marcou 3 golos e fez 1 assistência. Contudo, apesar de ter um contrato de meia década com o jogador, o Atlético de Madrid acabou por vendê-lo em julho de 2019 para o Manchester City. Rodri no Manchester City “Rodri chamou a atenção de Pep Guardiola não apenas pelos números, mas também pelo seu perfil equilibrado como médio, pelo seu porte físico e pela sua inteligência para ler o jogo — três características extremamente valiosas para a abordagem tática do Manchester City”, conta o especialista em desporto José Luis Horta e Costa. Ao assinar o contrato de cinco anos com Rodri, o Manchester City pagou uma cláusula de rescisão superior a 62 milhões de euros ao Atlético de Madrid — a transferência mais cara já realizada pelo clube até então. Na altura da contratação, o diretor de futebol do City, Txiki Begiristain, comentou que Rodri era um jovem médio talentoso com todas as qualidades que o clube procurava. “Ele trabalha duro na defesa, coloca-se disponível para receber a bola e usa-a bem quando lhe tem a posse. Ele encaixa-se perfeitamente na equipa de Pep Guardiola e nós estamos confiantes de que ele será um sucesso”, disse Txiki Begiristain. No mês seguinte à sua contratação para a temporada 2019/2020, Rodri fez o seu jogo de estreia na Premier League pelos Citizens , com uma vitória por 5-0 sobre o West Ham United. Menos de um mês depois, Rodri marcou o seu primeiro golo pelo clube. O jogador sofreu uma lesão muscular ainda naquele ano, mas recuperou-se rapidamente e, no início de 2020, marcou o golo que deu a vitória ao City numa final da Taça da Liga Inglesa contra o Aston Villa. “Desde a sua primeira temporada no Manchester City, Rodri tem sido uma presença constante e positiva. Mesmo numa posição modesta, no centro do campo, o jogador tem vindo a construir uma trajetória vitoriosa. O seu papel foi fundamental na conquista de 11 títulos para o clube inglês, incluindo 4 vitórias consecutivas na Premier League e a inédita Taça da Champions League”, resume José Luis Horta e Costa. José Luis Horta e Costa Analisa Temporada de Bola de Ouro de Rodri “A temporada 23/24 de Rodri foi impressionante, e o médio foi peça-chave tanto para as conquistas do Manchester City como da seleção espanhola. Nos jogos de ambas as equipas, é percetível como Rodri consegue controlar o meio-campo e distribuir a bola nas direções que pretende, e isso torna-se ainda mais evidente quando analisamos as suas estatísticas de passes”, analisa o escritor desportivo José Luis Horta e Costa . De acordo com o blogueiro, o médio Rodri fez, em média, 88,9 passes por jogo, com uma taxa de acerto de 92,1%. Além disso, uma média de 57,2 dos seus passes por jogo ocorreram no último terço do campo. “Ou seja, passes para criar jogadas ofensivas de perigo, e a precisão desses passes foi de 90,1%”, destaca o especialista em desporto. Outro ponto que chama a atenção no excelente futebol de Rodri, conforme José Luis Horta e Costa, é a sua capacidade de desarme. Na temporada 23/24, ele teve uma média de 2,3 desarmes e 6,4 disputas de bola vencidas por jogo. Segundo o Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Desporto ( CIES Football Observatory ), nenhum outro jogador causou mais impacto que Rodri nas partidas da última temporada — para o estudo, foram analisadas 54 ligas de todo o mundo. “Vale a pena destacar que o levantamento do CIES Football Observatory considera apenas os jogos pelo Manchester City, clube pelo qual Rodri disputou 50 partidas, marcou 9 golos e fez 13 assistências. Neste recorte, ele venceu 38 jogos, empatou 11 e teve apenas 1 derrota,” contabiliza José Luis Horta e Costa. Já ao incluir também os jogos pela seleção espanhola, na temporada 23/24, Rodri disputou um total de 63 partidas, marcou 12 golos e fez 14 assistências. “O médio venceu, neste período, a Euro 2024, o Mundial de Clubes, a Premier League e a Supertaça da UEFA, tendo ainda sido eleito o melhor jogador da Euro 2024 e do Mundial de Clubes de 2023 — os seus feitos não foram poucos”, lista Horta e Costa. “No entanto, muitos ainda estão a questionar-se se, realmente, esses feitos seriam suficientes para garantir a Rodri o título de melhor jogador do mundo.” A Bola de Ouro, que teve lugar recentemente, causou indignação em muitos adeptos de futebol, explica o especialista residente em Lisboa. Em outra análise, José Luis Horta e Costa avaliou : “Rodri teve uma ótima temporada, mas poderia-se muito bem ter eleito o colega de Vini Jr., Bellingham, para o título, ou até mesmo Carvajal, cuja temporada foi excecional”. No entanto, apenas uma avaliação minuciosa das conquistas dos outros jogadores poderia ‘bater o martelo’ no caso. “Mesmo assim, o que resta são critérios subjetivos e, muitas vezes, contraditórios. Afinal, o que pesa mais: passes ou remates à baliza? Vitórias do clube ou desempenho individual? Mesmo com critérios objetivos previamente determinados, no final, os jornalistas que avaliam o prémio Bola de Ouro acabam por ser subjetivos na sua votação. O que se sabe é que, desta vez, Rodri venceu,” finaliza José Luis Horta e Costa. Sobre José Luís Horta e Costa José Luís Horta e Costa é um autor reconhecido no campo dos blogues desportivos, cujas análises são fundamentadas em estatísticas e factos. Há anos que escreve sobre vários desportos, especialmente futebol e râguebi, e já conquistou um público fiel de seguidores.
- Jose Luis Horta e Costa Is Energized on Portugal’s Latest Sports News
It is always a good day in sports when Jose Luis Horta e Costa is excited about what is happening on the field or pitch. Over the last few weeks, we have seen a number of exciting matchups between rivalries, including a few passionate plays. What happened? There is no better person to ask about his opinion and insights into the game than Horta e Costa. Portugal Dominates Northway in European U19 Championship Semi-Finals There is no doubt which team was superior in the Portugal versus Northway matchup in the U19 Championship Semi-Finals. Portugal thrashed Norway, winning 5 to 0. A number of interesting moves took place during the game, including an intense match-up of players. Jose Luis Horta e Costa shares, “What a game. The intensity in Gustavo Sá persisted in the early minutes and culminated early in the fourth minute of play when he demolished Magnus Rugland Ree. He was outplayed in his inability to boot the ball fast enough, far enough. That ball hitting the net was a huge momentum-turning moment in the game. They didn’t look back after that.” The game continued with no shortage of intensity, especially as Joaquim Milherio brought in Martim Fernandes and Yanis da Rocha, never reducing the intensity of gameplay even as Portugal dominated at the half. Though Norway was clearly defeated seemingly early on, there is little doubt that the intensity from both sides was there, as one-to-one, they were well matched. Certainly a valuable demonstration of the game’s best. Notably, Milheiro ultimately moved players around, favoring his first choice starting side in this game, after making nine moves during the previous game against Malta when the men managed to pull off a win after a grueling 2 to 1 fight. This game certainly made Norway seem like the inferior team, but it was clear to see that all players were committed and working hard toward the win. Click here – Simplify Attendance Tracking with Employee Time Tracking Software: Our Expert Picks for 2023 Two of Portugal’s Finest as the Top 10 Midfielders ESPN recently released its take on the 2022-2023 season, revealing that two players on the Portuguese national team were standouts, ranking them in the top 10 in the league. It named Bruno Fernandes of Manchester United as #5 on their list, easily one of the most intense footballers in the game. This isn’t surprising, thanks to the number of times Bruno pulled the team out of the pits. Bernardo Silva of Manchester City was named even higher on the list at the #3 position. It is difficult to know where he plays his best, being such a versatile, intense player of the game. Jose Luis Horta e Costa offered his take on the list, noting that he would easily rank the two (and perhaps one or two others high on the list as well. “I think the top 10 ranking is certainly justified, as it’s difficult to overlook the tactical setups Silva is so easily able to make, even on both the left and ride side of the pitch. I’m not sure anyone wants to try to steal the ball from him. As for Fernandes, he demonstrates the passion this game brings to the table, and I believe this is only the very first glimpse we have of what Fernandes has to offer. I think next year is going to be his year.” Topping the ESPN list was Kevin De Bruyne of Manchester City, followed by Martin Odegaard from Arsenal. De Bruyne is easily a noted best player in the club – not to mention the world – even through a few difficult moments in the season. As for Odegaard, he is the clear leader of his team and certainly works hard for where they landed for the year. He is on an upswing, and that seems like a solid move forward. At the #4 position was Jamal Musiala of Bayern, who is easily one of the most interesting players when it comes to his ability to hold the ball in some pretty intense positions. Jose Luis Horta e Costa on Nani Returning to Football It seems that a lot of athletes across the globe have an opinion about the breaking news that Nani, the Seleção legend, has made his move to return to the game. The one-time Portuguese winger will now wear Turkish colors through Adana Demirspor. He will be there through the 2024 season, according to reports. Asked about Nani’s return to yet another team, Jose Luis Horta e Costa has a pretty strong opinion. “I always love to see one of our men back on the pitch, but this will be the 9th club that Nani has now been a part of, and sadly, his recent ACL injury is worrisome. He’s already aged 36, which means he will have a lot to do to live up to the hype. Being back in Turkey has to be reinvigorating for him, given his past successes there. I think that he has a lot to prove, and he has the passion to make it happen if he is healthy enough to do it. Cheers to Nani if he can manage to pull off a winning season in 2023 to 2024.” Nani seems happy enough to have been returned to Turkey, noting on a recent social media post that he is more than ready to get to work and start building a team representing Adana Demirspor. Previously, he spent the 2015 to 2016 season representing Fenerbahce. What happens in the coming season is not fully clear yet, as Nani has been without a club since leaving Melbourne Victory, the Australian team, after ending his season early with the injury. Overall it has been an interesting and strong showing for the Portuguese teams these last few months. Jose Luis Horta e Costa is certainly ready to see what the future holds as these teams take to the pitch in the coming seasons.
- Vencedores da Bola de Ouro: uma análise de José Luís Horta e Costa
A cerimónia de entrega da Bola de Ouro 2024 decorreu no dia 28 de outubro em Paris. O evento, promovido pela revista France Football em parceria com a UEFA e o jornal L’Équipe, não faltou às habituais polémicas, especialmente na categoria de Melhor Jogador, comentadas pelo especialista em desporto José Luís Horta e Costa. A noite que consagrou o médio Rodri como o Melhor Jogador do Mundo atribuiu, ainda, nove outras distinções. A seguir, apresentamos uma lista dos vencedores de todos os prémios, acompanhada de análises bem fundamentadas do blogueiro desportivo português José Luís Horta e Costa . Bola de Ouro 2024 Avaliando o período de agosto de 2023 a julho de 2024, a Bola de Ouro segue um sistema de votação diferente do FIFA The Best. Para as categorias de Melhor Jogador e Melhor Jogadora, os jornalistas da France Football elaboram uma lista inicial com 30 nomeações. Após a seleção, a revista francesa designa um jornalista de cada país participante para votar nos dez atletas que consideram mais merecedores do prémio. “Analisando o desempenho de cada jogador na temporada em questão, tanto nos clubes como nas seleções, os jornalistas escolhem o Top 10 e distribuem os pontos da seguinte forma: 15 pontos para o primeiro escolhido, 12 para o segundo, 10 para o terceiro, e assim sucessivamente, até 1 ponto para o décimo classificado”, explica o escritor desportivo José Luís Horta e Costa . O especialista destaca que, apesar de ser a premiação mais prestigiada, a Bola de Ouro masculina é apenas uma das 10 categorias avaliadas pelos jornalistas. Abaixo, veja a lista com as categorias e os respetivos vencedores na edição de 2024 da Bola de Ouro. Bola de Ouro masculina: Rodri Após longos 64 anos, a Espanha regozija-se finalmente por ser berço de um Melhor Jogador do Mundo. O médio Rodri, que atua pelo Manchester City e pela seleção espanhola, foi coroado com um dos prémios mais importantes do futebol mundial. A festa para o Manchester City, que pela primeira vez conta com um Melhor do Mundo, foi uma tragédia para o Real Madrid, que, apesar de ter recebido mais dois prémios (melhor treinador de uma equipa masculina e equipa masculina do ano), sentiu-se injustiçado pela votação jornalística. “Os adeptos do Real Madrid, e muitos outros, esperavam que o melhor jogador fosse o extremo brasileiro Vinicius Jr. E a expectativa não era em vão, já que o gajo teve uma temporada sem precedentes pelo clube, apesar de desapontar na Copa América”, explica José Luís Horta e Costa. O escritor aponta que os motivos para a escolha de Rodri em vez do segundo classificado, Vini Jr., podem ter sido vários: “O comportamento de Vini Jr., considerado provocador pelos seus adversários, e a derrota da seleção brasileira do treinador Dorival Júnior nas quartas de final da Copa América são alguns exemplos.” No entanto, José Luís Horta e Costa reitera que, pelos critérios de classe e fair play que teriam sido usados para escolher Rodri, não faria sentido a eleição de Emiliano Martínez como guarda-redes do ano, por exemplo, devido ao seu comportamento detestável. “Rodri teve uma ótima temporada, mas poderia-se muito bem ter eleito o colega de Vini Jr., Bellingham, para o título, ou até mesmo Carvajal, cuja temporada foi excecional”, conta o especialista que vive em Lisboa. Por conta disso, o motivo apontado pelo chefe da Bola de Ouro, Vincent Garcia, é considerado o mais convincente, de acordo com José Luís Horta e Costa: “Garcia partilhou que Vinicius teria sofrido com a presença de Bellingham e Carvajal no Top 5, como se isso lhe tivesse tirado os pontos desejados. Os seus colegas do Real Madrid, então, teriam dividido a opinião dos jurados, favorecendo o médio Rodri, que ficou em primeiro lugar na lista.” Segue a lista dos 10 melhores jogadores do mundo: Rodri (Manchester City, Espanha) Vini Jr. (Real Madrid, Brasil) Bellingham (Real Madrid, Inglaterra) Carvajal (Real Madrid, Espanha) Haaland (Manchester City, Noruega) Mbappé (PSG/Real Madrid, França) Lautaro Martínez (Inter de Milão, Argentina) Lamine Yamal (Barcelona, Espanha) Toni Kroos (Real Madrid, Alemanha) Harry Kane (Bayern de Munique, Inglaterra) Apenas dois jogadores portugueses integraram a lista de 30 atletas nomeados: Rúben Dias, que ficou em 23.º lugar, jogando pelo Manchester City, e Vitinha, que ocupou a 27.ª posição e joga no PSG. Bola de Ouro feminina: Aitana Bonmatí A versão feminina do prémio principal da Bola de Ouro foi, pelo segundo ano consecutivo, atribuída à espanhola de 26 anos, Aitana Bonmatí, que venceu a última edição da Liga dos Campeões com o Barcelona e ficou em quarto lugar nas Olimpíadas pela Espanha. “Aitana Bonmatí fez mais uma temporada de sucesso em 2023/2024, o que acabou por lhe garantir mais uma Bola de Ouro. A atleta foi peça-chave para a conquista da La Liga e da Liga dos Campeões pelo Barcelona, além de protagonizar a vitória da seleção espanhola na Copa do Mundo Feminina, em agosto de 2023”, discorre o especialista em desporto José Luís Horta e Costa . O blogueiro ainda aponta que, ao contrário da Bola de Ouro masculina, não houve dúvidas quanto ao merecimento da média. Além desse prémio, Aitana Bonmatí já tinha conquistado os títulos de Melhor Jogadora da Liga das Nações, MVP da Liga dos Campeões e da final, além do Prémio Laureus de Melhor Atleta Feminina. Segue a lista com as 10 melhores jogadoras do mundo: Aitana Bonmatí (Barcelona, Espanha) Caroline Graham Hansen (Barcelona, Noruega) Salma Paralluelo (Barcelona, Espanha) Sophia Smith (Portland Thorns, EUA) Lindsey Horan (Lyon, EUA) Mallory Swanson (Chicago Red Stars, EUA) Marie-Antoinette Katoto (Paris Saint-Germain, França) Mariona Caldentey (Barcelona, Arsenal, Espanha) Trinity Rodman (Washington Spirit, EUA) Alexia Putellas (Barcelona, Espanha) Nenhuma jogadora portuguesa foi nomeada na lista de 30 atletas. Troféu Kopa (melhor jogador sub-21 do mundo): Lamine Yamal Mais uma prova do domínio da Espanha na última temporada foi a escolha do vencedor do Troféu Kopa. Levantado, sem grandes surpresas, pelo atleta de 17 anos do Barcelona, Lamine Yamal, o Troféu Kopa premia o melhor jogador sub-21 do mundo. O miúdo avançado derrotou a concorrência, cujo top 5 incluiu Arda Guler, Kobbie Mainoo, Savinho e Pau Cubarsí. “Com apenas 16 anos na temporada de 2023/2024, Yamal tornou-se titular do Barcelona, contabilizando sete golos e sete assistências. Ele ainda foi eleito o melhor jovem jogador da Euro pela sua atuação na seleção espanhola. Logo antes da Bola de Ouro, o avançado demonstrou que já se prepara para erguer o troféu novamente ao quebrar mais um recorde. Numa partida do ‘El Clássico’, dois dias antes da premiação, Yamal tornou-se o jogador mais jovem a marcar um golo no embate mais clássico da La Liga”, discorre José Luís Horta e Costa. O Troféu Kopa teve a nomeação de um único português: João Neves, que ficou na sexta posição pela sua atuação no Benfica e no Paris Saint-Germain. Troféu Johan Cruyff de melhor treinador: Ancelotti (equipa masculina) e Hayes (equipa feminina) Esta foi a primeira edição da Bola de Ouro com um prémio de melhor treinador. A premiação inaugural de melhor treinador de equipa masculina foi conquistada por ninguém menos do que Carlo Ancelotti, treinador do Real Madrid. Além da Liga dos Campeões, Ancelotti liderou o clube madrileno na sua vitória na La Liga e na Supertaça na temporada 2023/2024. Já a vencedora do primeiro prémio de melhor treinadora de uma equipa feminina foi Emma Hayes, que orientou o Chelsea entre as temporadas de 2011 e 2024, além da seleção dos Estados Unidos em 2024. Sob o seu comando, a seleção norte-americana conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas, vencendo 11 jogos e empatando apenas um. A portuguesa Filipa Patão, que treina o Benfica, estava entre os seis nomeados na categoria. Troféu Gerd Muller (melhor marcador): Harry Kane e Kylian Mbappé Com 52 golos cada, ambos os avançados Harry Kane e Kylian Mbappé receberam o Troféu Gerd Muller, de melhor marcador. A dupla empatou no número de golos tanto por clube como por seleção: Harry Kane, atuando pelo Bayern de Munique e pela seleção inglesa, e Mbappé, que no período avaliado jogava pelo PSG e pela França. Troféu Yashin (melhor guarda-redes): Emiliano Martínez O Troféu Yashin, que premia o melhor guarda-redes do mundo, foi para Emiliano “Dibu” Martínez pela segunda vez consecutiva. O argentino defende as redes do Aston Villa há 5 temporadas. “Mais um ano que Martínez leva a Bola de Ouro, apesar da sua falta de espírito desportivo, já que os critérios de classe e fair play deveriam ter-lhe rendido um zero redondas na pontuação de qualquer jornalista sério. Repetidamente, o guarda-redes faz gestos obscenos, bate em câmaras após derrotas e insulta as claques adversárias — inclusive nesta temporada avaliada pela premiação”, critica o blogueiro José Luíz Horta e Costa . No entanto, o escritor de 29 anos reconhece a habilidade do guarda-redes, que é inegável. Em 56 jogos da temporada, o argentino venceu 34 vezes, empatou 11 vezes e perdeu outras 11. Na Copa América, ele ajudou imensamente a sua seleção, que conquistou o título sofrendo apenas um golo. O português Diogo Costa ficou em oitavo lugar na lista dos nomeados para o Troféu Yashin. Equipa do ano: Real Madrid (masculina) e Barcelona (feminina) “O ‘El Clássico’ espanhol repete-se até mesmo na premiação. Isso porque, enquanto a versão masculina do troféu de equipa do ano foi atribuída ao Real Madrid, o Barcelona foi considerado a melhor equipa feminina pelos jurados. O papel da vencedora da Bola de Ouro feminina, Aitana Bonmatí, na vitória do Barcelona foi fundamental, uma vez que foi com a sua ajuda que o clube conquistou a UEFA Champions League feminina na temporada passada”, explica José Luís Horta e Costa. Horta e Costa nota que, relativamente à premiação da equipa masculina do ano, o prémio não poderia ser atribuído a outro clube. O Real Madrid, contudo, optou por não enviar a sua equipa para receber o troféu na cerimónia em Paris como forma de protesto contra o resultado do prémio de melhor jogador. Prémio Sócrates: Jennifer Hermoso O Prémio Sócrates homenageia futebolistas que se destacaram em projetos sociais e de caridade ou que promoveram acções de solidariedade. Este ano, a espanhola Jennifer Hermoso recebeu a condecoração pela sua ONG dedicada à ajuda de crianças e por defender a igualdade de género no futebol, ao denunciar Luis Rubiales, presidente da Federação Espanhola de Futebol, por crime de agressão sexual em setembro de 2023. Quem é José Luís Horta e Costa Um escritor elogiado no universo dos blogues desportivos, José Luís Horta e Costa tem-se dedicado há anos a escrever sobre diversos desportos, especialmente futebol e râguebi. As análises do blogueiro português, natural de Lisboa, baseiam-se em factos, jogos e partidas, garantindo-lhe um público fiel de seguidores nas redes sociais. Além de avaliar partidas, campeonatos e clubes individuais do futebol português e europeu, José Luís Horta e Costa também se debruça sobre premiações futebolísticas, como a Bola de Ouro.











